6 de julho de 2015

Gente que põe amor no que faz

Paulo Nazareno é fundador da Cia. Nazareno de Bonecos. Há 20 anos ele se dedica à arte de criar e manipular bonecos. Nazareno é conhecido pelas técnicas exclusivas de manipulação que ele desenvolveu, misturando estilos e técnicas diversas.

O trabalho comum nunca interessou Nazareno. Ele queria um trabalho que o possibilitasse viajar, conhecer pessoas e que envolvesse a arte. Aos 18 anos, conheceu um bonequeiro e decidiu que era isso que procurava. A arte sempre o encantou e o trabalho com bonecos deu vida à sua criatividade e seu desejo de ser artista. O teatro de bonecos deu asas à Nazareno. Hoje, o bonequeiro viaja o país levando o nome de Caxias do Sul aos mais diversos eventos culturais, mostrando sua arte e sua paixão.

Saiba um pouco mais sobre a vida e o trabalho de Paulo Nazareno no vídeo:



Somos Instantes e Tres Accessories são, à primeira vista, dois empreendimentos muito diferentes: o primeiro trabalha com lambe-lambes e o segundo, com acessórios. Mas ambos têm algo em comum - o amor por aquilo que desenvolvem e a busca por transformar o cotidiano das pessoas e levar a elas mais positividade.

Conheça essas histórias no vídeo abaixo:



Vídeo e edição: Marcelo Casagrande, Diúlit Oldoni e Gabriela Grillo
Texto: Natália Lessa e Gabriela Grillo

27 de junho de 2015

Agridulce: desenhos para colorir e refletir o feminino


Desenho criado por Báia, e colorido por uma das seguidoras
de sua fanpage
Bárbara, mais conhecida como Báia, tem 26 anos e é professora de inglês na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Ela é apaixonada pelo que faz, mas também tem outro talento, o de desenhar, atividade esta que faz parte da sua vida desde a infância. Em 2015, ela resolveu criar uma página na rede social Facebook, não somente para mostrar os seus desenhos, mas também com a intenção de por meio deles discutir, auxiliar e construir uma rede de apoio virtual entre mulheres, divulgando as suas situações e lutas diárias. A fanpage “Agridulce” apresenta, além de questões específicas, campanhas que promovem a participação do público por meio de frases, depoimentos e de desenhos para colorir. 
Nesta entrevista, Báia apresenta os detalhes de sua página e da sua relação com os seguidores.
(altern) atividade - Você desenha há quanto tempo? O que te inspira?
Báia: Eu sempre desenhei, desde pequena. A Agridulce abri esse ano e venho expondo meus desenhos lá. O que me inspira? Acho que qualquer coisa pode me inspirar... Mas de uma forma geral, assuntos relativos à depressão e a nossa luta enquanto mulheres me movem com bastante força.
(altern) atividade - Sua fanpage existe há quanto tempo? Como surgiu a ideia de criá-la? Somente você a administra?
Báia: Nossa, é uma história longa que tentarei encurtar. Como já mencionei, abri a Agridulce esse ano, em fevereiro e a administro sozinha. Eu desenhava bem esporadicamente para uma página de esquerda no Facebook e nela conheci uma mulher maravilhosa, a Janaina Rambow, que me incentivou com muito afinco e carinho a abrir minha própria pagina. Ela teve um papel essencial para que a Agridulce existisse, porque não só me apoiou como fez a maior parte da divulgação e moveu outras meninas para ajudarem. Sou muitíssimo grata a ela, é uma amiga querida.
(altern) atividade - Há quantos seguidores no momento? Qual o perfil do público desta fanpage?
Báia: Estamos com 13,368 lindos e maravilhosos seguidores. Eu olho pra esse número e nem acredito, achava que não passaria dos mil, rs. O público é majoritariamente feminino e feminista.
(altern) atividade - Você produz os desenhos? Qual a participação dos fãs neste canal?
Báia: Sim, eu produzo os desenhos. Os fãs geralmente participam enviando mensagens inbox com sugestões e mensagens de carinho e apoio. Agora com o projeto “Conta sua Dor” acredito que a interação entre nós será maior.
(altern) atividade - Que desenhos você destacaria de sua fanpage? Por quê?
Báia: Os desenhos da campanha “Você faria tudo por você mesma” que desenvolvi para o mês de março tiveram uma resposta muito positiva, acho que promoveram uma reflexão interessante para o público que acessa a página, estimulando mulheres a se valorizarem. A campanha agora do “Conta sua Dor”, apesar de recente, também tem sido muito importante. Não apenas para as mulheres que compartilham seus relatos de dor, mas também para as que leem e se identificam com eles. É uma oportunidade para quem nunca falou da sua dor se abrir e colocar sua história no mundo. Acho isso libertador.
(altern) atividade - Como você vê a importância de uma fanpage como a sua para a sociedade?
Báia: É um espaço para mulheres numa sociedade em que os nossos espaços são pequenos e pouco acolhedores.
(altern) atividade - Você acredita que o meio digital amplia a discussão a cerca do feminismo?
Báia: Com certeza.
“... um tema recorrente nos meus desenhos é a luta da mulher e as dificuldades e violências que ela precisa superar diariamente para simplesmente existir nesse mundo, nessa sociedade. Meu objetivo inicial era apenas colocar meus desenhos na rede para que quem se identificasse com eles pudesse se sentir um pouco menos sozinha. Hoje, já gostaria de poder divulgar o que outras mulheres sentem e vivenciam também, para que com isso possamos construir uma rede de apoio virtual e, quem sabe, até real (planos futuros).”, destaca Báia.
No infográfico abaixo, podemos ver alguns dados sobre a situação da mulher na sociedade:

Conheça alguns desenhos do projeto "Conte sua dor":



Báia também desenvolveu o projeto "Você faria tudo por você mesma?". Conheça:


 Texto e infográfico: Duani Lima
Imagens: Divulgação/Agridulce

22 de junho de 2015

Lentes distorcidas: o Expressionismo no cinema alemão

No final de maio ocorreu um curso de cinema dedicado à vertente do Expressionismo Alemão, ministrado por Carlos Primati, na Sala de Cinema Ulysses Geremia, em Caxias do Sul. Se você perdeu a oportunidade, o (altern)atividade te conta um pouquinho sobre o assunto.

O Expressionismo é, segundo Carlos Primati, um movimento de vanguarda surgido na Alemanha, na década de 1910, que contou com manifestações em todas as artes. Ele representa o mundo de forma subjetiva, por meio da distorção de cenários, gestos e objetos, com o intuito de suscitar, no espectador, emoções perturbadoras ou angustiantes.

Cinema que transforma

O organizador do curso, Conrado Heoli, explica que a iniciativa fez parte de uma mostra composta por nove clássicos do Expressionismo e foi muito bem recebida pelo público, visto que reuniu o dobro do público usual de atividades do gênero. Conrado realiza a curadoria das obras exibidas na Sala de Cinema Ulysses Geremia e enfatiza a importância de atividades como essa, uma vez que “o cinema se constitui como uma ferramenta capaz de proporcionar educação e conhecimento ao espectador”.

Com isso em vista, Conrado escolhe a dedo os filmes que serão exibidos na Sala, sempre com o mesmo critério: “eles devem fazer seu espectador sair da sessão diferente do que entrou”. O que mais o impressiona no Expressionismo Alemão é a originalidade, pois o estilo “nasceu nas primeiras décadas do século XX com linguagem e inspirações fantásticas nunca vistas antes no cinema e em outras artes”. Sua obra preferida do movimento é M, O Vampiro de Dusseldorf (1931). “Este é um filme excepcional e complexo, que tem direção e roteiro soberbos e permanece incrivelmente atual quando visto nos dias de hoje”, conta.

Uma outra forma de experimentar a sétima arte

O estudante de jornalismo Lucas Borba foi uma das pessoas que prestigiou o curso e saiu satisfeito com o aprendizado. “Descobri a importância do Expressionismo Alemão, entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, para o amadurecimento do cinema enquanto técnica, pelas mãos e mentes de gênios como Fritz Lang e Der Herr der Liebe”, afirma. Para ele, os pontos altos do estilo são a inventividade e avanço técnico, considerando-se os recursos limitados da época.

Lucas é deficiente visual e escreve críticas de cinema para o site Plano Crítico. Apaixonado pela sétima arte desde pequeno, conta que herdou esse amor do pai. Ele explica que as trilhas e efeitos sonoros, diálogos e efeitos da voz que ajudam a determinar a qualidade da performance de um ator são elementos essenciais para sua percepção do audiovisual. “Tudo isso permite que eu veja cinema e TV ao meu modo e faça minhas críticas explorando esses aspectos”, ressalta. O recurso da audiodescrição, de acordo com ele, é outra ferramenta que cresce na produção audiovisual e, quando bem feita, auxilia na compreensão das obras.

O estudante destaca como grandes obras do Expressionismo Alemão Guerra, Flagelo de Deus (1930) e Metrópolis (1927). Para ele, é uma felicidade que obras como essas sejam resgatadas em restaurações de ótima qualidade, “tanto para brindarmos ao poder do cinema por grandes artistas, que vai muito além do tecnológico, quanto para refletirmos sobre o cinema presente e o seu futuro”.

No infográfico abaixo você pode conhecer algumas das principais obras do cinema expressionista alemão:



As influências do Expressionismo Alemão no cinema mantêm-se vivas em obras como A Sombra de uma Dúvida (1943), de Alfred Hitchcock, Blade Runner (1982), de Ridley Scott e Batman – O Retorno (1992), entre muitos outros. Abaixo, você pode assistir a dois curtas influenciados pelo estilo. O primeiro, El Chateau (2002), tem direção de Victor Hugo Borges e o segundo, Vincent (1982), foi a primeira animação do diretor Tim Burton.



Texto e infográfico: Gabriela Grillo

Bugio Eco aposta na alimentação orgânica

A procura por uma alimentação saudável cresce a cada dia. Por isso, muitos restaurantes têm investido em um cardápio mais balanceado para atender a esse novo público. Pensando nisso, o chef Thiago Paese decidiu abrir seu próprio restaurante orgânico.
Formado em gastronomia italiana, Thiago deu vida ao Bugio Eco, um lugar despojado com um cardápio totalmente saudável. O chef idealizou um espaço para os diferentes gostos da culinária, com pratos italianos e latino-americanos, pizzas, comida vegana e vegetariana.
Sempre trabalhei envolvido com a culinária e sempre quis ter algo meu. Quando abri meu negócio, queria algo diferente e moderno, por isso optei pelo orgânico. Tento agradar a todos, por isso trago mais que uma opção em meu cardápio”, destaca o proprietário.
Há três anos no mercado, o Bugio Eco conta com um ambiente rústico e aconchegante onde, além de comer bem, o cliente pode até escalar, uma vez que o local conta com uma parede de escalada. Os alimentos utilizados no preparo das refeições são selecionados por Thiago, que preocupa-se muito na hora da escolha. As carnes são todas de animais tratados com ração orgânica. No cardápio, há sugestões de pratos e ingredientes, mas o cliente decide como será o pedido a partir das ideias apresentadas pelo chef.
Gosto muito de criar, por isso a escolha do vegano. É muito mais saudável produzir o meu próprio molho ao invés de comprar o industrializado, além, é claro, do sabor insubstituível”, conta Thiago.
Foto: Arquivo Pessoal
Ele nota que a procura e o investimento em restaurantes vegetarianos têm aumentado, mas para muitos é um modismo. “Tudo o que fazemos deve ser realizado com prazer e amor para que o resultado seja excelente. Meu restaurante não leva apenas o nome Eco, ele também traz esse tipo de alimentação”, finaliza.

Ficou curioso e com fome? O Bugio Eco fica na Rua Visconde de Mauá, em Caxias do Sul, e atende de segunda a sábado, das 11h30 às 13h30 e das 19h às 22h30. Mais informações no telefone (54) 9143 4977 ou pela fan page do restaurante.

Saiba mais sobre a alimentação vegana e vegetariana no infográfico abaixo:


Conheça um pouco do Bugio Eco na galeria:

Texto, fotos e infográfico: Schaiane Sacramento

Horta urbana sustentável


O edifício Fátima não é um prédio comum. Além de ser sede das Irmãs da Congregação do Imaculado Coração de Maria e do design diferente, a construção tem outro diferencial: uma cisterna com capacidade de 15 mil litros para coletar água da chuva. É com essa água que a Irmã Carmelina Franzosi cuida da horta e do jardim.

Nos meses de janeiro e fevereiro, época de seca, as irmãs ficavam preocupadas com as plantas. Além de precisar de muita água para regar todas as plantas, em tempos de racionamento, usar água tratada seria demais.

Foi por esse motivo que elas tiveram a ideia, em 2013, de instalar a cisterna. Disseram que tirou a beleza do prédio, mas ela não se importa.

“Como a água é útil meu Deus, quando  falta chuva, né... e a gente gasta muita água na horta”, afirma irmã Carmelina. 

 Além de flores, as irmãs cultivam cenoura, beterraba, nabo, couve, repolho, salsa e alface, tudo sem agrotóxico e com água da chuva, sem tratamento. Quando sobra, a colheita é dividida com os moradores do prédio. Tudo isso, feito com muito amor. Irmã Carmelina tem muito amor pela natureza. Com a água da cisterna ainda é possível lavar carros e a calçada, sem peso na consciência.


Outras atitudes sustentáveis adotadas pelas irmãs são o aproveitamento de resíduos orgânicos para produzir adubo e o uso racional da energia elétrica. Se para servir à Deus é preciso ter vocação, para cuidar do planeta pequenos gestos fazem a diferença. as Irmãs da Congregação do Imaculado Coração de Maria são exemplo de cidadania e sustentabilidade.

Para o jardim e para horta, água sem cloro
Do telhado para a cisterna/ da cisterna para a horta
couve fresquinha, sem agrotóxicos
Sede Provincial da Congregação Imaculado Coração de Maria

Texto e fotos: Marcelo Casagrande

4 de maio de 2015

Palco Alternativo: outras possibilidades do Festival Brasileiro de Música de Rua

O Festival Brasileiro de Música de Rua, desde a primeira edição, tem como objetivos levar a música onde as pessoas estão, promovendo a democratização do acesso à cultura. Outro aspecto em que o festival se diferencia é a ausência de um palco convencional, na maior parte dos shows, que ocorrem em praças, parques, ruas e paradas de ônibus, colocando o artista no mesmo nível da platéia.

Sentir a música

No teatro ou nos bares o público sai de casa para ver o músico. Na rua os artistas tem a experiência de se apresentar para públicos distintos. Passantes, comerciantes, pessoas que estão esperando o ônibus... Durante o festival, alguns artistas se apresentam em locais muito especiais como Apae e Apadev. Valdir Verona e Rafael de Boni apresentaram seu show para uma platéia diferente: usuários da Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Visuais. No final da apresentação, as crianças se puderam tocar nos instrumentos que antes, produziram belas canções.

Em sua quarta edição, em 2015 o evento cresceu e a programação se estendeu à outros municípios da Serra. Farroupilha, Bento Gonçalves, Antonio Prado, Flores da Cunha e Nova Petrópolis receberam artistas do Uruguai, Peru, Argentina, Venezuela e Pernambuco.



Meninas Cantoras de Nova Petrópolis, em Farroupilha

Desafios

Para um artista, cada espetáculo é único. Por melhor que tenha sido o dia anterior, cada apresentação é uma surpresa. 


                      




Texto, fotos e vídeo: Marcelo Casagrande

Cura que vem de dentro: florais alquímicos no tratamento de doenças


Dor de cabeça, indigestão, depressão, ansiedade: esses são apenas alguns dos males que afligem o ser humano. E pra todos eles, geralmente, a resposta é a mesma: “toma um comprimido”. Não se pode, certamente, desmerecer o quanto a medicina tradicional tem feito pela saúde das pessoas. Mas, e se todos esses problemas forem apenas o sintoma?

Não existe nenhuma contra-indicação no uso de florais,

eles podem ser consumidos por qualquer pessoa
É sob essa visão que surgem os florais alquímicos. Esses medicamentos produzidos no Brasil são feitos, como sugere o nome, de flores, e também de minerais. São alquímicos porque observam a aura desses elementos, desde o plantio até a colheita. O seu funcionamento é simples. O floral trata problemas emocionais e psíquicos que, se não resolvidos, acredita-se que podem resultar em toda sorte de doenças. Como diria a canção, “as mandingas e os segredos de alquimia pra curar amor ferido, até por traição”.


O criador dos florais alquímicos, Joel Aleixo, explica que a alquimia foi a primeira das ciências, surgida em uma época na qual não se distinguiam a astrologia, a astronomia e a espiritualidade. “Para elaborar alquimicamente os florais, basta seguir os princípios da alquimia, ver o ser humano não como um equipamento solitário, mas como um ser que se integra a tudo aquilo que o rodeia”, afirma. As plantas utilizadas respeitam essas premissas: algumas são colhidas num santuário de reservas, ou ainda, são plantadas em formas de mandalas, de acordo com uma agricultura biodinâmica e orgânica.

Doenças que alimentamos



A terapeuta Carolina Maschio, que trabalha com 

os florais há 20 anos
A terapeuta Carolina Maschio trabalha com os florais alquímicos há 20 anos. “Não acho que eu os encontrei, acho que eles me descobriram”, conta. Na época em que iniciou o tratamento com os florais, duas décadas atrás, ela gastava cerca de R$ 500 em medicamentos todos os meses. Hoje, com 69 anos de idade, ela não consome nenhum medicamento convencional.

Carolina comenta que a doença é, para aqueles que estudam a alquimia, como um bicho. Ela nasce de traumas emocionais, coisas que são absorvidas desde o início da gestação do indivíduo e, quando surge, fica primeiramente no nível mental. “Se essa questão não for tratada e ‘liberada’, é criado o bicho, a entidade, que é a doença”, explica. Por vezes, esse “bicho” é alimentado por sentimentos ruins cultivados pelas pessoas, como a tristeza, a raiva e o medo, até que se manifesta no plano físico.



O consultório da terapeuta Carolina
É por isso que surge o floral, como uma medicina que vem, não para brigar com a convencional, mas para complementá-la. Pois é preciso tratar o problema físico, sim. Mas, se sua origem é emocional, tratar a patologia apenas com medicamentos que atuam sobre o corpo significa combater a consequência e deixar a causa intacta. Como explica a terapeuta Carolina, é preciso “trazer a origem do problema para a consciência, entender e transformar”.

Atualmente, existem mais de cinco mil terapeutas que trabalham com florais alquímicos no Brasil. Os florais e outras medicinas integrativas – como a acupuntura, a homeopatia, entre outras – são cada vez mais reconhecidos como fonte de auxílio à medicina ocidental. Como exemplo disso, o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, criou o primeiro curso de pós-graduação em medicina integrativa do Brasil, e também foi pioneiro em aliar essas terapias no tratamento de pacientes com câncer. E você, acha que há algo mais para curar do que suas cotidianas dores de cabeça? Os florais podem ser uma opção.

No infográfico abaixo, você pode conhecer alguns tratamentos para os quais os florais alquímicos são direcionados. As informações são da terapeuta Fabiana Bregolin.




Texto, fotos e infográfico: Gabriela Grillo